quarta-feira, 3 de abril de 2013

Novidades Planeta



George R. R. Martin junta-se ao conhecido romancista Daniel Abraham e ao ilustrador Tommy Patterson para dar uma nova vida à obra-prima da fantasia heróica A Guerra dos Tronos, como nunca foi visto em graphic novels a cores, dando uma visão única do mundo idealizado por Martin. 
George R. R. Martin trabalhou dez anos em Hollywood como escritor e produtor de diversas séries e filmes de grande sucesso. 
Autor de muitos best-sellers, foi em meados dos anos 90 que começou a sua mais famosa obra: A Guerra dos Tronos, que se tornou na saga de fantasia mais vendida dos últimos anos. 

George R.R. Martin nasceu em 1948, em New Jersey. Trabalhou dez anos em Hollywood como argumentista e produtor de diversas séries e filmes de grande sucesso. 
Em meados de anos 90 que começou a sua obra mais famosa, As Crónicas de Gelo e Fogo. Com cinco volumes já publicados, é o maior sucesso do escritor e a saga de fantasia mais vendida dos últimos anos. 
A primeira obra da colectânea, A Guerra dos Tronos, publicada em 1996, foi adaptada para formato televisivo, pelo canal norte-americano HBO, em 2011. Além da série de televisão, os livros de George R. R. Martin foram adaptados para um grande número de formatos, como jogos de computador ou livros de banda-desenhada. 
George R.R. Martin é tido como um dos escritores de literatura fantástica de maior sucesso da actualidade, considerado pela revista Time como um dos 100 homens mais influentes do mundo. 
O autor tem as suas obras traduzidas em 20 línguas e cerca de 15 milhões de livros vendidos em todo o mundo.



O preço da tentação era demasiado alto… 
Na antiga Terra Santa, israelitas e filisteus estão envolvidos num amargo conflito. Sansão – um adversário poderoso e invencível – foi elevado a símbolo do heroísmo israelita e os vigorosos filisteus estão desesperados para descobrir o segredo do seu poder. 
Dalila – desejável, bela, sedutora, determinada e temerária – está cansada da vida de donzela recatada. Ambiciosa, quer mais da vida e é atraída por uma proposta irrecusável: descobrir onde reside o poder de Sansão. Decide arriscar, pois o jogo da sedução é algo que a alicia. Mas este não é um jogo fácil como ganhar ou perder. 
Enredada na perigosa missão que teceu, Dalila faz uma descoberta impressionante, algo que nunca teria imaginado: amar e ser amada! 
Mas uma sequência de acontecimentos foi posta em movimento e só um milagre poderá mudar o curso da História… 
Dalila descobre o segredo da força de Sansão, mas pagará um preço muito elevado: a morte de quem ama. 

Eleanor de Jong é a filha de académicos e cresceu na Europa, América e Reino Unido. Estudou História e Política na universidade. Dalila é o seu primeiro romance.


Há muitas mulheres que buscam incessantemente a magreza, convencidas de que nela reside a chave da sedução. 
Para o Dr. Dukan, a nossa sociedade mediática procura por todos os meios fazer-nos acreditar neste erro. 
Mas as provas científicas não deixam dúvidas e demonstram que as formas roliças e torneadas são naturais, atraem os homens e aguçam-lhes o desejo. 

O Dr. Pierre Dukan é especialista em análise do comportamento alimentar. É também autor de Je ne sais pas maigrir, Evaluator (o primeiro avaliador dos alimentos) e do Dictionaire de diététique et de nutrition.

Novidade Topseller


Jack Morgan, antigo fuzileiro naval e agente da CIA, herdou do seu pai a Private, uma reputada agência internacional de investigação e segurança e, com ela uma carga de trabalhos que pode levá-lo ao ponto de ruptura.
Os segredos dos homens e mulheres mais poderosos chegam diariamente a Jack e aos seus agentes, que usam técnicas forenses de ponta para resolver os seus casos.
Como se não lhe bastasse ter de apurar a verdade sobre um escândalo de jogo ilegal na liga de futebol americano e tentar resolver um inquérito criminal sobre as mortes selváticas de 18 raparigas, Jack ainda vai ter de desvendar o tenebroso assassínio da mulher do seu melhor amigo — e sua antiga amante.»
Com uma narrativa que se desenvolve a um ritmo alucinante, Private: Agência Internacional de Investigação é o mais excitante e vibrante thriller de James Patterson.

James Patterson já criou mais personagens inesquecíveis do que qualquer outro escritor da actualidade. É o autor dos policiais Alex Cross (ed. Topseller), os mais populares dos últimos 25 anos dentro do seu género. Entre os seus maiores êxitos estão também as séries Private, cuja publicação se inicia agora, O Clube das Investigadoras e Michael Bennett.
James Patterson é o autor n.º 1 em todo o mundo (fonte: Forbes) e o que mais livros teve até hoje no topo da lista de bestsellers do New York Times, figurando no Guinness (76 títulos, 19 dos quais consecutivos). Desde que o seu primeiro romance venceu o Edgar Award, em 1977, os seus livros já venderam mais de 250 milhões de exemplares, ultrapassando os 3,7 milhões de seguidores no Facebook.
Patterson escreveu também obras de grande êxito para leitores jovens, entre as quais estão Maximum Ride (ed. Topseller), Escola e Eu Cómico (ed. Booksmile).

Novidade Porto Editora


Enquanto nas ruas se decide o futuro de um país, na tipografia de Adamantino Teopisto vive-se um misto de enredo queirosiano, suspense de um policial e ternura de uma novela: com sabotagens, amores proibidos e cabeças a prémio; tudo num ambiente de revolução apaixonado. O rebuliço generalizado tem repercussões no alinhamento do jornal e no dia a dia das gentes de São Paulo e do Cais do Sodré. A revolução é o tópico das conversas nas tascas, nas ruas, no prédio da Gazela Atlântica, contribuindo para o exacerbar das tensões latentes entre o patrão Adamantino e os funcionários. A vivacidade de uma estagiária, as manigâncias de um ex-PIDE foragido, os comentários de um taberneiro e as intromissões de um proxeneta e de uma prostituta agravam ainda mais a desordem ameaçadora que paira no ar. Nada foi igual na vida dos portugueses após a Revolução dos Cravos. Nada foi igual na vida da “família” Gazela Atlântica após o 25 de Abril.

Paulo M. Morais, nascido em 1972, cresceu nos arredores de Lisboa entre jogatanas de futebol, livros de aventuras e matinés de filmes clássicos. Licenciado em Jornalismo, trabalha em imprensa e multimédia. Fez crítica de cinema; especializou-se em gastronomia e viagens. Em 2006, de mochila às costas, deu a volta ao mundo. Nos últimos anos, além de escrever ficção, tem-se dedicado a conhecer e a divulgar o arquipélago dos Açores. Tem uma filha e já plantou um pessegueiro em Trás-os-Montes. Revolução Paraíso é o seu primeiro romance publicado.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Delírio (Lauren DeStefano)

Ao fugir da Mansão, Rhine esperava conquistar a liberdade e deixar para trás a ameaça das experiências do sogro. Mas a fuga foi apenas o início. Mal acabam de se afastar da Mansão quando Rhine e Gabriel caem nas mãos de Madame, uma mulher com tão poucos escrúpulos como Vaughn. Mais uma vez, Rhine julga ter de entrar no jogo da mulher que a controla, pelo menos, até encontrar uma forma de fugir. E, mais uma vez, os planos de fuga são apenas um passo num problema maior. O plano de Rhine é voltar a casa e encontrar o irmão. Mas, num caminho que se revela cheio de perigos, não consegue evitar a sensação de que alguns dos seus sucessos são demasiado fáceis. Além disso, Gabriel, que mal conheceu um mundo para lá da mansão, encontra-se agora perante um mundo bem mais sombrio que o que Rhine lhe descreveu. Como poderão eles continuar o seu caminho, se o cenário é tão sombrio e a ameaça que julgavam ultrapassada continua tão perto?
Narrada na primeira pessoa e com um intenso ritmo de acontecimentos, Delírio retoma os acontecimentos a partir da conclusão de Raptada, primeiro volume desta trilogia, para acompanhar a fuga da protagonista. Fuga esta que, sendo o centro de grande parte deste livro, implica grandes desenvolvimentos em termos de acção e não tantos em termo de contexto. Assim, este é um livro de ritmo viciante, já que há sempre algo a acontecer e uma impressão de tensão constante (resultante do facto de a protagonista quase nunca estar minimamente segura), e que, apesar de funcionar, em muitos aspectos, como livro de transição, deixando muitas questões em aberto para a conclusão da trilogia, apresenta, ainda assim, muitos acontecimentos interessantes, mantendo viva a curiosidade em saber o que acontecerá a seguir.
Narradora e protagonista, Rhine é o centro da história e, uma vez que tudo é narrado do seu ponto de vista, muitas perguntas ficam sem resposta. Isto aplica-se tanto a nível de contexto, já que muito do que se passa com Rhine e de como as experiências de Vaughn influenciam o conhecimento do vírus fica ainda em aberto, como a nível de personagens que se cruzam com ela ao longo do enredo e que, com o evoluir da história vão ficando para trás. Cria-se, assim, todo um conjunto de perguntas sem resposta, já que não os elementos de contextualização são expostos à medida que Rhine os compreende e que, quando aos seus aliados e inimigos que ficam para trás, Rhine não sabe o que lhes acontece depois da partida. Perguntas que, nalguns momentos, deixam a impressão de que mais poderia ser dito, mas que, ao mesmo tempo, criam muitas interessantes possibilidades para o que falta saber da história.
E, se há muitas questões a surgir ao longo do enredo, o final deixa tudo em aberto. Intenso, quer a nível de acontecimentos, quer no que toca a revelações interessantes, acrescenta à história novos factores a ter em conta. E, inevitavelmente, novas perguntas, que criam curiosidade em ler o volume final.
Escrito num registo directo e sem grandes elaborações, Delírio cativa pelo ritmo viciante e pela forma como, em torno de um cenário com muito potencial, consegue criar uma aura de mistério, despertando curiosidade para tudo o que ainda há por revelar. Uma boa história, portanto, e uma boa leitura.

Divulgação: Inverno de Sombras, de L.C. Lavado


Em 1833, em Lisboa, cinco monges reúnem-se para decidir o destino a dar a uma caixa secreta e à sua chave. Muitos anos depois, uma família ainda as guarda, escondidas do mundo através das gerações. Mas há alguém que entende que é a chegada a hora desse poder lhe pertencer e está decidido a encontra-las e a fazê-las mudar de mãos.
Os protagonistas desta história são seres mágicos, feiticeiros poderosos sedentos de sangue. Feitiçaria, magia, segredos e uma história de amor inesquecível percorrem alguns dos lugares mais conhecidos de Lisboa e a zona mais sinistra de Paris, numa guerra colossal de feiticeiros dominados por uma obsessão que culmina numa das maiores batalhas que jamais vista.
Numa autêntica caça ao tesouro, as peças vão-se movendo como num jogo de xadrez, com momentos em que o tempo fica parado e é preciso suster a respiração até que possamos perceber o que escondem as motivações de Danton, o protagonista desta história, filho de dois poderosos feiticeiros, e dos estranhos seres mágicos que o acompanham.
O passado colide com o presente e tudo acontece…mas não como todos esperam.

Liliana Lavado é natural de Estarreja, licenciada em Gestão de Marketing pelo IPAM, com uma especialização em "Strategic Marketing in Action" pelo IMD na Suíça. Viveu em Lisboa durante 7 anos e vive actualmente na Suíça.
A sua carreira profissional tem passado pelas áreas de Logística e Marketing Operacional em diferentes multinacionais, como a Nespresso.
Começou a escrever quando estava na faculdade e, depois de repetidas visitas a livrarias sem encontrar nenhum livro que lhe apetecesse ler, resolveu que o melhor a fazer era pôr mãos à obra e escrevê-lo ela mesma.

Oficina de Escrita Criativa


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Ponto Pé de Flor (Clara Pinto Correia)

Amizades. As verdadeiras. As que levam uma amiga a ficar acordada até ao fim da noite a ouvir desabafos, a abrir as portas de casa quando a da amiga se desfez, a dar conselhos, quando precisos, e a ouvir quando não é preciso falar. As que resistem à distância, ao tempo e à amargura e prevalecem mesmo nos momentos maus. Destas amizades fala esta história, das amigas de uma mulher que viu a vida ruir e que, enquanto procura conforto, revive memórias e histórias vividas com essas amigas presentes. 
Narrada na primeira pessoa e com uma linha temporal pouco definida, já que as memórias do passado se confundem com o presente difícil da protagonista, este é um livro que tem na abordagem à amizade o seu grande ponto forte. A amizade é retratada principalmente pela constância nos momentos difíceis (ainda que nem sempre), mas não como algo abstracto. Os diferentes episódios que  vão surgindo nas memórias da protagonista, enquanto divaga por lugares e recordações numa tentativa de lidar com a dor, representam momentos e ligações concretas, que sobressaem tanto pelo que têm de genuíno, como pela forma como essa ligação se sobrepõe às diferenças entre algumas personagens. Amigas que são, todas elas, mantêm a sua própria individualidade e os traços que as distinguem são claros, sem, por isso, por em causa a empatia e o afecto. E, desta amizade tão clara e tão real, com as diferenças e as pequenas rupturas, mas principalmente com a constância de se estar lá quando é preciso, evoca o que há de melhor nos amigos. Seguindo as histórias das suas personagens, este livro evoca o conceito de amizade no seu sentido mais amplo, trazendo à memória de quem lê as suas próprias amizades. Realçando semelhanças, empatias. Tornando mais próxima do leitor a história que quer contar.
A este sentimento de proximidade junta-se uma forma muito própria de narrar os acontecimentos. Divagativa, poética, nalguns momentos, evocando, por vezes, algumas referências literárias, a autora constrói para a sua história uma forma de narrar que reflecte a sua protagonista. Um estilo próprio de contar as coisas, próximo, por vezes, à dispersão das memórias, mas sempre cativante e fácil de acompanhar. Este estilo de escrita, invulgar, mas fluído e agradável, realça, também, pela individualidade da narração, o que as amizades que narra têm de universal.
Este é, por isso, um livro que marca muito pelo impacto emocional. As desilusões amorosas e a amargura dos fracassos, a ameaça de uma longa amizade prestes a quebrar e, por outro lado, a suposta ligação que fica para trás por interesses superiores são apenas alguns dos elementos que fazem com que esta história viva muito do sentimento. Sentimento esse que, na forma como é desenvolvido, associado a momentos concretos e a histórias pessoais (nem todas com uma resposta final, mas com questões precisas, ainda assim), acaba por evocar uma reflexão interessante: se os grandes dramas podem quebrar um coração, também os pequenos ferem e consomem. E é desses dramas, tão grandes no momento, mas apenas parte de uma história maior, que vivem as amizades desta história.
História de amizades e de afectos, Ponto Pé de Flor marca pela sua forma própria de evocar, numa narração precisa e concreta, sentimentos e experiências comuns a muitas outras histórias. É isso, acima de tudo, que o torna tão cativante. E é isso também que faz com que fique na memória.