quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Novidades Marcador

Ferido no cumprimento do dever, o detective de homicídios John Corey, da Polícia de Nova Iorque, está a convalescer na região leste de Long Island quando um casal jovem e atraente é encontrado assassinado a tiro no terraço da casa onde habitava. As vítimas eram biólogas na Ilha de Plum Island, um local de pesquisas que os rumores dizem ser uma incubadora de armas biológicas. Subitamente o duplo assassinato adquire terríveis implicações globais – e lança Corey e duas mulheres extraordinárias numa investigação perigosa aos segredos mais profundos da Ilha.

NELSON DeMILLE nasceu em Nova Iorque em 1943. Construiu uma carreira literária marcada por enormes sucessos mundiais. Todos os seus livros chegaram ao primeiro lugar do The New York Times e da Publishers Weekly, tendo totalizado, em conjunto, 380 semanas na lista dos mais vendidos.
É um dos três escritores que mais vendem em todo o mundo, com mais de 100 milhões de livros vendidos. Os seus romances têm sido amplamente aclamados pelo público e pela crítica. 
Na Marcador publicou os livros Quando a Noite Cai, O Jogo do Leão, O Leão e o Jogo do Leopardo.

Os Grandes Ditadores da História apresenta-nos uma visão muito abrangente das ideias, das vidas, e dos actos desses homens que influenciaram enormemente os seus países e o mundo.
Os ditadores, com personalidades invulgares e especiais, mais ou menos convictos das suas ideias, com menor ou maior empatia com o seu povo, subiram ao poder, em geral, graças a enormes doses de astúcia, de força de vontade e de outros talentos formidáveis, infelizmente combinados com a falta de escrúpulos e de compaixão.

Pedro Rabaçal é licenciado em Engenharia Agronómica, ramo de Economia Agrária e Recursos Naturais, pelo Instituto Superior de Agronomia, e tem uma pós-graduação em Estudos Avançados de Território, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
Desde muito novo que desenvolveu um amor inato pela leitura, interessando-se por livros das mais diversas temáticas.
O interesse, que continuou até hoje sem nunca perder fulgor, fê-lo descobrir e usufruir dos prazeres da imaginação e aprender também a pertinência da informação e da pesquisa para o conhecimento e a emissão de opinião a respeito de qualquer assunto.
É autor das obras 100 Datas que Fizeram a História de Portugal e As Vidas de 30 Césares, ambas editadas pela Marcador.

Novidade Bertrand

O lendário restaurador de arte e espião ocasional Gabriel Allon está em Veneza a restaurar um altar de Veronese quando recebe uma chamada urgente da polícia italiana. Julian Isherwood, o excêntrico negociante de arte londrino, deparou com o cenário de um homicídio brutal e agora é suspeito do crime. Para salvar o amigo, Gabriel tem não só de descobrir os verdadeiros assassinos, como também de encontrar a mais famosa das obras de arte desaparecidas: a Natividade com São Francisco e São Lourenço, de Caravaggio.
A sua missão levará Allon de Paris e Londres aos submundos do crime em Marselha e na Córsega e, finalmente, a um pequeno banco privado na Áustria, onde um homem perigoso guarda a fortuna suja de um cruel ditador. Ao seu lado, o espião tem uma jovem corajosa que sobreviveu a um dos piores massacres do século XX e que tem agora a possibilidade de se vingar da dinastia que lhe destruiu a família. 
Um livro elegante, sofisticado e de leitura compulsiva que deixará os fãs de Gabriel Allon cativados desde as primeiras páginas.

Daniel Silva foi jornalista e trabalhou para a UPI, primeiro em Washington e depois no Cairo, como correspondente para o Médio Oriente. Nesse período cobriu diversos conflitos políticos e a guerra Irão-Iraque. Conheceu a sua mulher, correspondente da NBC, e regressaram aos Estados Unidos, onde Daniel Silva foi produtor da CNN durante vários anos, tendo sido responsável por alguns programas muito populares, como Crossfire, The International Hour e The World Today, entre outros. 
Em 1997, logo após o êxito do seu primeiro livro, O Espião Improvável, Daniel Silva resolveu dedicar-se por completo à escrita, tendo entretanto publicado diversos best-sellersmundiais. 
O Washington Post coloca-o «entre os melhores jovens autores norte-americanos de literatura de espionagem» e é com frequência comparado a Graham Greene e a John le Carré. Vive em Washington D.C., com a mulher e os dois filhos.
Em 2009, foi nomeado para o Conselho do Museu do Holocausto dos Estados Unidos.

Novidade Bertrand

Quando o seu amigo lhe propõe que atravesse uma porta do tempo para regressar ao passado com uma missão especial, Jake fica completamente arrebatado. A ideia é impedir que Lee Harvey Oswald mate o presidente Kennedy. Jake regressa a uma América apaixonante e começa uma nova vida no tempo de Elvis, dos grandes automóveis americanos e de gente a fumar. O curso da História está prestes a mudar...

22/11/63 é a 54a obra de ficção de Stephen King, um dos autores mais lidos em todo o mundo. Uma vez mais, o autor recorre às bases da literatura popular (neste caso, a ideia das viagens no tempo) para construir um romance que vai muito além do simples entretenimento. King aproveita para revisitar a América do final da década de 1950, a América da sua infância, marcada pelo crescimento económico e pelo bem-estar das famílias mas também, de forma negativa, pelo racismo e pelos temores de um conflito nuclear. Ao mesmo tempo, o livro coloca questões profundas sobre a natureza das nossas sociedades democráticas constituindo, nas palavras do autor, um «alerta contra os perigos do extremismo ideológico.»

Stephen King, é um dos mais populares autores contemporâneos. 
Escreveu mais de quarenta livros, incluindo Carrie, A História de Lisey e Cell, Chamada para a Morte. Vencedor do prestigiado National Book Award e nomeado Grande Mestre nos prémios Edgar Allan Poe de 2007, conta hoje com mais de trezentos milhões de exemplares vendidos em cerca de trinta e cinco países. 
Números e um currículo impressionantes a fazerem jus ao seu estatuto de escritor mais bem pago do mundo.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Ao Encontro do Destino (Amy Hatvany)

Ao perder a filha de doze anos num acidente, Hannah perdeu uma grande parte do que a fazia viver. Mas, ainda que pouco conforto pudesse retirar da sua decisão, soube que a doação dos órgãos de Emily poderia salvar muitas vidas e, por isso, não poderia escolher de outra forma. Um ano depois, e ainda a aprender a viver com a dor, Hannah acaba de inaugurar o seu novo salão de cabeleireiro quando a entrada de uma mulher com a sua filha adolescente começam a ligação que vai abalar a sua vida. É que Maddie, agora com dezasseis anos, foi a receptora do fígado de Emily e, ao perceber que todas as pistas lhe indicam essa ligação, Hannah não se consegue afastar. Mas as vidas de Maddie e da mãe, Olivia, estão longe de ser serenas e perfeitas. Presas a uma relação abusiva, ambas estão habituadas a fingir que nada se passa. Mas talvez esteja próximo o ponto em que fingir já não chega...
Dividido entre dois grandes temas, e abordando-os a ambos com a mesma intensidade, este é um livro que tem como grande ponto forte - e como causa essencial do impacto que provoca - a forma como retrata, por um lado, as reacções à perda de um filho e, por outro, a questão da violência doméstica. A história divide-se entre as três protagonistas, Maddie, Olivia e Hannah, contando as histórias sob os seus pontos de vista (e, no caso de Maddie, pela sua voz). E é através dos seus olhos que as questões são abordadas, o que, além de criar uma maior proximidade para com as personagens, torna mais clara a verdadeira complexidade das situações em que vivem. No caso de Hannah e da sua perda, as questões prendem-se com a sua forma de fazer o luto, mas também com o comportamento dela para com o mundo em redor e dos que lhe são próximos em relação a ela. Para Olivia e Maddie, são as razões para ficar em oposição às razões para partir, as dúvidas e o julgamento dos outros, a ténue linha que separa o que é fraqueza do que é verdadeira coragem.
As tribulações na história destas personagens, mais até que as ligações que estabelecem (ainda que estas sejam também muito importantes) estão na base de um enredo que, cativante desde as primeiras páginas, está, todo ele, repleto de tensão e de emoção. É fácil sentir empatia para com as protagonistas. E é a forma como lidam com os seus problemas, nem sempre fazendo a escolha certa, mas revelando tanto as forças como as vulnerabilidades, que torna Maddie, Hannah e Olivia personagens humanas e completas.
Ainda que haja uma forte relação entre as três protagonistas, há também, para cada uma delas, uma história particular e pessoal, mas, com tanto a acontecer na perspectiva global, há elementos que acabam por ficar para segundo plano e algumas pontas soltas das quais seria interessante saber mais. O passado de James, por um exemplo, é um aspecto do qual teria sido bom ver um maior desenvolvimento, já que, ainda que não o pudesse justificar, tornaria mais completa a sua caracterização. E quanto a personagens como Dirk, Noah, Sophie e Seth, há uma relação discreta e com muito potencial, mas para a qual muito é deixado em aberto. Ainda assim, e apesar da curiosidade que fica relativamente a estes aspectos, nada de essencial é deixado por dizer e o impacto da história é mais que suficiente para compensar a falta destes elementos.
Grandes temas e personagens fortes, numa história intensa e repleta de emoção, fazem deste Ao Encontro do Destino uma leitura cativante, comovente e com muito de memorável. Vale a pena ler, portanto.

Novidade Topseller

Gwyn Huntington sabe como organizar uma boa festa. Mas na manhã do 35.º aniversário do seu casamento, ela está a tratar dos preparativos finais para uma festa muito particular: a festa do seu divórcio.
A quase 200 km dali, a futura nora de Gwyn, Maggie Mackenzie, encontra-se no seu apartamento de Brooklyn a tentar organizar a sua nova vida. Maggie está apaixonada por Nate, um homem maravilhoso, e nesse dia vai conhecer os pais dele. Mas o dia em que os conhecerá será o dia em que se vão separar. E porque é que Nate lhe escondeu tanta coisa do seu passado, que só agora lhe revela?
A Festa do Adeus leva-nos até às vidas de duas mulheres que, apesar de todas as diferenças que as separam, se confrontam com a mesma dúvida: até onde podemos ir para ficar com a pessoa que amamos?

Laura Dave é autora bestseller de vários livros, incluindo O Primeiro Marido e A Festa do Adeus, este último em vias de ser adaptado ao cinema. Escreve para o New York Times, o New York Observer e o Huffington Post e participa em programas da Fox News e da National Public Radio.
A sua escrita aborda, em especial, as relações amorosas e familiares, e os laços afectivos. Nascida em Nova Iorque, vive atualmente com o marido em Los Angeles.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A Seleção (Kiera Cass)

America Singer sabe que ser uma das Seleccionadas poderia resolver muito dos problemas da sua vida, mas entrar na competição é tudo o que ela não quer. Primeiro, porque não tem propriamente a melhor das imagens do príncipe Maxon, aquele por quem as trinta e cinco Seleccionadas competirão. Mas, mais do que isso, o seu coração tem outro dono e é com Aspen que quer ficar, ainda que o facto de pertencerem a castas diferentes levante inúmeros problemas. Mas as dúvidas quanto ao que poderia ser - e alguns mal-entendidos entre ambos - acabam por fazer com que America preencha o formulário. E, a partir do momento em que o seu nome é escolhido, tudo muda. Para trás terão de ficar a família e a forma de vida do passado. No palácio, espera-a o desafio de uma vida... e a descoberta de que o que tinha como certo não é necessariamente verdade.
Um dos aspectos mais interessantes neste livro é que, apesar de ser bastante simples, tanto em termos de história como de escrita, consegue, apesar disso, cativar desde o início. Narrado na primeira pessoa pela protagonista, cria uma agradável sensação de proximidade e uma perspectiva mais próxima do funcionamento do sistema. E se, por outro lado, esta perspectiva acaba por ser um pouco restritiva, já que o conhecimento de America tem os seus limites, aquilo que é revelado é mais que suficiente para despertar curiosidade, criando uma certa expectativa para o que se seguirá. Além disso, há bastante potencial em toda a questão do sistema de castas e nos misteriosos motivos dos rebeldes.
Apesar do que há de interessante no cenário, é nas personagens que se centra a história. E, no que a elas diz respeito, sobressaem principalmente alguns momentos divertidos e uma emotividade envolvente. Tendo em conta a situação em que se movem, fica a impressão de que haveria espaço para um pouco mais de conflito, especialmente considerando o ambiente de competição, mas, apesar disso, as interacções de America e Maxon conseguem ser realmente cativantes. 
Quanto à questão dos sentimentos divididos da protagonista, há claramente ainda muitas possibilidades por explorar. Ainda assim, e tendo em conta a evolução das coisas, é particularmente positivo notar que, apesar do evidente triângulo amoroso, há uma certa naturalidade no desenvolvimento das relações, principalmente no que diz respeito a Maxon.
Trata-se, portanto, de uma história que, apesar do muito potencial ainda por explorar, consegue despertar curiosidade para as suas personagens e o universo em que se movem. Envolvente, de leitura agradável e com alguns momentos especialmente bem conseguidos, um início promissor.

Novidade Presença

Maze Runner – A Cura Mortal – Livro 3
James Dashner
Título Original: The Death Cure
Tradução: Marta Mendonça
Páginas: 344
Colecção: Via Láctea No 119

Thomas atravessou o Labirinto; sobreviveu à Terra Queimada. A CRUEL roubou-lhe avida, as memórias, e até mesmo os amigos. Mas agora as Experiências acabaram, e a CRUEL planeia devolver as memórias aos sobreviventes e completar assim a cura para o Fulgor. Só que Thomas recuperou ao longo do tempo muito mais memórias do que os membros da CRUEL julgam, o suficiente para saber que não pode confiar numa única palavra do que dizem. Conseguirá ele sobreviver à cura? 

James Dashner nasceu no estado norte-americano da Georgia em 1972. Concluiu a sua licenciatura na Bringham Young University e em 2003 publicou o seu primeiro livro, A Door in the Woods. É também autor, entre outros títulos, da série The 13th Reality, publicada entre 2008 e 2010. Correr ou Morrer, o primeiro livro da série Maze Runner, foi considerado pela revista Kirkus um dos melhores livros juvenis de 2009, tendo sido recentemente adaptado ao grande ecrã. O segundo livro da série, intitulado Provas de Fogo, também se encontra publicado nesta colecção.

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.