sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Divulgação: Novidades Topseller

Ela tinha tudo o que uma donzela da sua posição podia querer: era linda e estava noiva do solteiro mais cobiçado da cidade. Um longo e desesperante noivado, porém, levou-a a querer romper o compromisso e a tomar as rédeas da sua vida.
Clio Whitmore está noiva do Marquês de Granville há oito anos, mas ele está sempre ausente no estrangeiro, levando-a ao desespero por não se sentir desejada. Quando Clio herda um castelo que lhe proporciona independência financeira, decide romper o noivado e iniciar uma nova vida. Para tal, ela terá de convencer Rafe, irmão e procurador do Marquês, a aceitar o fim do noivado. Mas Rafe tem planos para a fazer mudar de ideias, organizando-lhe um casamento de sonho...
Ele começa com flores. Um casamento nunca tem flores suficientes... Ele diz-lhe que ela dará uma belíssima noiva… e tenta não imaginá-la como sua.
Como conseguirá Rafe convencer Clio a casar-se sem se deixar vencer pelos sentimentos que crescem dentro dele, e que são a cada dia mais fortes?
Ele não irá apaixonar-se pela única mulher que nunca poderá beijar nem dizer ser sua. Ou irá?

Luca Vero, membro da Ordem das Trevas, leva Isolde do convento onde estava reclusa, para juntos registarem o fim dos tempos.
Enviados em missão para Veneza durante o Carnaval, eles vão ter de desvendar o mistério que envolve a falsificação de moeda — os nobres de ouro ingleses. Entre a folia e as máscaras, cresce a atracção entre Luca e Isolde, que já não escondem a paixão que os une.
O romance é interrompido com a chegada de um alquimista, que se torna imediatamente o principal suspeito. Mas será a resposta assim tão simples?
À medida que Luca e Isolde se aproximam da verdade, descobrem que a realidade é muito mais sinistra do que alguma vez puderam imaginar.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Divulgação: Demónios de uma Mansão, de Francisco Meneses Pereira

Quando uma mansão no topo de uma montanha no Norte de Portugal deixada abandonada durante cinquenta anos, depois das invasões francesas, uma nova família inglesa composta por um pai, uma mãe e três filhos pretende reabitá-la. Ao explorar a sua nova casa, Michael, Gabriel e Raphael embrenham-se num conjunto de novas aventuras que lhes trarão mistérios, acção, perigos, novas amizades, romance e muitas novas sensações que nenhum deles pensaria algum dia vir a presenciar.

“E ali Rafael esperou. Um caçador paciente, no meio da flora e de instintos alerta para qualquer som ou movimento no ambiente. Qualquer erro: um pé fora do sítio ou um salto na altura errada e o irmão teria uma flecha direccionada à sua cabeça. Com base nessa confiança, esperou de arco erguido e um olho fechado e outro aberto. Conseguia sentir o seu coração num ritmo calmo e compassado que se alterou de repente ao detectar um pequeníssimo movimento longínquo à sua esquerda.”

Francisco Pereira é um autor nascido em mil novecentos e noventa e quatro em Lisboa, filho de pais portugueses. Desde muito pequeno que ganhou o hábito de escrever e este foi evoluindo até resultar na publicação do seu primeiro livro, “Demónios de Uma Mansão”, no ano dois mil e quinze.
É um autor bastante viajado pelo país, tendo já vivido tanto em Lisboa como em Aveiro e tendo visitado muito do seu território nacional.
Estudou em escolas tanto em Lisboa, como em Aveiro, tendo completado o décimo primeiro ano na área de Ciências e Tecnologias, Artes Visuais e tendo finalmente completado o ensino secundário na área de Línguas e Humanidades com o sonho de seguir Literatura e Cinema.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Um Anjo de Quatro Patas (Walcyr Carrasco)

Uno apareceu numa altura difícil da vida... e mudou tudo. Sendo um perfeito exemplar da sua raça, não era nem obediente, nem de temperamento fácil e muito menos um bom cão de guarda. Mas tornou-se parte de uma família quando não havia nenhuma. E, ao fazê-lo, fez parte do caminho em direcção a uma vida melhor. Esta é a sua história. 
Um dos problemas que se encontram, por vezes, neste tipo de livro é que, para quem já leu muitos livros do género, as histórias começam a parecer bastante semelhantes. Até porque o processo de convivência com um cão, único e intransmissível como é para cada dono, tem, ainda assim, inevitavelmente pontos em comum. Mas há algo de diferente neste livro, algo de mais único numa relação que é, em si, única para cada pessoa que a vive. E isso tem a ver com a forma como o autor conta a sua história.
Um dos primeiros aspectos a cativar neste livro é o facto de ser, ao mesmo tempo, a história do cão  a história do dono. Claro que é Uno o centro do livro, mas, ao não se esquecer de si próprio no relato da sua relação com o seu cão, o autor torna a história muito mais vasta e - por isso - mais interessante. Não se trata só das aventuras - e desventuras - protagonizadas por Uno, mas também de um percurso de superação da perda que coincide com esse momento no tempo. E esta fusão de duas histórias - a do cão e a do homem - torna o relato muito mais marcante.
Também a escrita contribui para fazer deste um livro memorável. Cativante, sem elaborações desnecessárias, mas incrivelmente genuína nas emoções que expressa, cria uma sensação de proximidade que é, ao mesmo tempo, comovente e reconfortante. Sensação essa que, emocionando facilmente qualquer pessoa que tenha ou já tenha tido uma relação de afecto com um animal de estimação, transcende essa ligação, transpondo a profundidade desse elo para outros tipos de relações.
E se é certo que há emoções em abundância neste livro, há também um muito cativante sentido de humor, que acrescenta ao texto uma leveza que contrasta com os momentos mais dramáticos, reflectindo, de certa forma, os inevitáveis altos e baixos da vida.
Some-se tudo isto e o resultado é uma leitura envolvente e agradável, com episódios divertidos e momentos de grande emoção. E, acima de tudo, com um retrato de afecto e - porque não dizê-lo? - de amor, que transcende, à sua maneira, todas as barreiras. Muito bom.

Título: Um Anjo de Quatro Patas
Autor: Walcyr Carrasco
Origem: Recebido para crítica

Divulgação: Novidades Clube do Autor

Martin Bora é um oficial culto e melancólico chamado a resolver os mistérios mais complicados nos países sob domínio da máquina de guerra alemã. Com rigor e ética, e enfrentando um profundo dilema interno, Bora tenta descobrir a verdade sem perder o ânimo nem as suas convicções.
Ambientado nos agitados anos da Segunda Guerra, Luz de Ferro aborda a dificuldade em conciliar a religião, a fé e as crenças morais com as atrocidades cometidas pelos nazis.

Ben Pastor é licenciada em Literatura e é considerada uma das escritoras com mais talento no campo da ficção histórica e policial. Em 2008 ganhou o Prémio Zaragoza para o melhor romance histórico.

Depois do êxito da obra Os Grandes Mistérios da História, o Canal de História apresenta os temas que continuam a suscitar dúvidas e perguntas sem resposta. Este novo volume reúne mistérios que intrigam todos os que se interessam por História.
Qual é a origem da Inquisição?
Como foram os últimos dias de Pompeia?
Onde está enterrado o tesouro esquecido de Aquenaton?
Quem foram de facto os primeiros povos adescobrir a América? 
Com o rigor associado ao prestigiado canal temático, líder na divulgação histórica em televisão, o segundo volume de Os Grandes Mistérios da História aborda segredos, profecias, mistérios, crimes por resolver ou factos sem explicação à luz das novas descobertas e das provas e teorias existentes.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Divulgação: Novidade Porto Editora

Alfie é um sem-abrigo, abandonado após a morte da sua dona. Agora, é o momento de procurar uma nova casa e alguém que lhe dê carinho e conforto – um verdadeiro lar. Quando chega a Edgar Road, parece-lhe ser aquele o sítio ideal para ficar, mas está longe de imaginar que encontrará, em vez de um, quatro novos lares. No entanto, terá de usar perseverança para convencer os seus futuros donos disso mesmo, pois a última coisa de que precisam é de um gato.
Mas quando começam a surgir complicações nas suas vidas, todos se apercebem o quão importante Alfie se tornou. Ele trouxe-lhes esperança nos momentos mais negros e mostrou-lhes que a solidariedade é um valor inestimável.
Rachel Wells cria com mestria um personagem-gato, que observa com perplexidade os humanos, levando-nos a reflectir sobre os nossos próprios comportamentos.

Rachel Wells cresceu no Devon e aos 20 anos mudou-se para Londres, para trabalhar na área do marketing, cidade onde vivia num pequeno apartamento com Albert, um gato resgatado da rua. Depois do nascimento do filho, decidiu regressar ao Devon para se dedicar finalmente às suas duas paixões: a escrita e os animais.

Divulgação: Novidade Presença

Vírus Mortal – A Prequela da Saga Maze Runner
James Dashner
Título Original: The Kill Order
Tradução: Marta Mendonça
Páginas: 360
Colecção: Via Láctea Nº 126
Data de Publicação: 7 Outubro 2015

Antes de a CRUEL existir, de a Clareira ser construída e de Thomas ter entrado no Labirinto, os fulgores do Sol atingiram a Terra, arrasando o planeta e dizimando grande parte da humanidade. Mark e Trina estão entre os sobreviventes que agora lutam por uma existência em condições precárias nas pequenas comunidades que se formaram nas montanhas. 
Mas se eles achavam que a situação em que se encontravam não podia piorar, estavam enganados. Um inimigo surge, infectando a população com um vírus altamente contagioso e mortal…

James Dashner nasceu no estado norte-americano da Georgia, em 1972. Concluiu a licenciatura na Brigham Young University e em 2003 publicou o seu primeiro livro, A Door in the Woods. É também autor, entre outros títulos, da série The 13th Reality e da aclamada série Maze Runner que é bestseller do New York Times e que se encontra publicada em mais de 40 países. Os dois primeiros volumes da série foram adaptados ao grande ecrã. Vírus Mortal é a prequela que os fãs da série aguardavam.

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Os Números que Venceram os Nomes (Samuel Pimenta)

No seu quarto no hospício, sem entender bem o que se passa ou de onde lhe vêm os sonhos e as perguntas que lhe afloram ao pensamento, Um Nove Um Seis quer ficar melhor e sair dali. Mas, no fundo, sabe que a sua doença não é bem aquilo que lhe dizem. Aceita o mundo tal como ele é - por não conhecer outra vida que não aquela, onde tudo o que existe são números, tanto para a identificação pessoal como para a existência de um deus - mas sente que algo está errado. E quanto o seu companheiro de quarto lhe abre caminho para o que pode ser o princípio da descoberta, ele não sabe se está pronto para aceitar a verdade. Mas há uma pergunta que permanece - O que é um nome? - e que precisa de uma resposta.
Centrado essencialmente na perspectiva do protagonista, ainda que construindo para ele um mundo cheio de particularidades, este é um livro em que duas facetas se conjugam quase na perfeição: a faceta pessoal, da história do indivíduo em busca de si mesmo num mundo onde a individualidade de pouco vale, e a faceta global, do regime imposto com o objectivo de uma inevitável normalização absoluta. Estas duas facetas estão bem presentes ao longo de todo o livro e sobressaem não só pelo que representam no caminho do protagonista, mas pelos inevitáveis paralelismos que se estabelecem com a realidade dos nossos dias.
A actualidade da história é, então, um muito interessante ponto forte neste livro, e o primeiro de vários. Destes, importa também referir a fluidez de uma escrita onde a crueldade dos factos e a poesia das palavras se fundem numa estranha harmonia. Mas principalmente a construção de um mundo que, sendo vaga em certos aspectos - talvez para reforçar os tais paralelismos com o nosso mundo - , tem, apesar disso, muito de fascinante, desde os hábitos religiosos à imposição dos números, sem esquecer o incrivelmente cativante conceito de uma resistência por via da poesia.
Tendo tudo isto em conta, é quase inevitável que fique a vontade de saber mais sobre este mundo a partir de uma perspectiva mais vasta, até porque o final deixa algumas coisas em aberto (deliberadamente, parece-me). Ainda assim, e sendo, acima de tudo, a descoberta pessoal de Um Nove Um Seis o cerne desta história, parece-me que faz sentido que seja em torno dele que tudo gira. Além disso, esta proximidade reforça, sem dúvida alguma, a empatia.
História de um mundo em que todas as regras mudaram - ou em que algumas delas estão terrivelmente próximas de nós - e de um homem em busca de quem verdadeiramente é, este é, pois, um livro que cativa e surpreende, tanto pelo enredo como pela escrita e pelas ideias que lhe estão subjacentes. Recomendo.

Título: Os Números que Venceram os Nomes
Autor: Samuel Pimenta
Origem: Recebido para crítica