domingo, 31 de julho de 2016

Divulgação: Despedaçada, de Tânia Dias

Sinopse: Assumir o seu papel como líder não estava nos planos de Alexia White, mas quando a sua mãe perde a vida num terrível assalto ao castelo, ela vê-se sem opções.
Num mundo onde os fracos se distinguem dos fortes pelos dons que possuem, Alexia está no topo da lista e precisa de aprender a lidar com os seus dons se pretende recuperar Starnyz das garras do traidor. Ian Bealfire, um homem que exala arrogância e prepotência por todos os poros, parece disposto a ocupar o lugar de seu Mestre.
Há quem diga que a jovem está destinada a salvar o mundo mas despedaçada pelas perdas que sofreu e assombrada pelas memórias do passado, será mesmo capaz de o fazer, quando nem a si parece ser capaz de salvar?

Biografia: Olá! Obrigado por estares a perder tempo a ler factos aborrecidos sobre mim!
Neste momento estou a estudar ciências, gostava de ser uma grande cientista um dia e descobrir a cura para todas as doenças.
Sou uma rapariga de 17 anos com uma paixão enorme por livros que viveu mais aventuras do que aquelas que consegue contar. Já se apaixonou por um vampiro, caçou sombras e lutou numa arena juntamente com outros 23 tributos, viveu numa sociedade dividida em facções e ficou perdida num labirinto, tendo sido salva por um anjo.
A minha paixão por escrita começou há alguns anos atrás quando os mundos que existiam na minha cabeça quiseram saltar para fora.


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Eleanor & Park (Rainbow Rowell)

Eleanor é a miúda nova na escola e, como tal, o alvo preferencial de quase todos. Além disso, o seu aspecto invulgar não ajuda nada. Park também não é propriamente um miúdo popular, mas aprendeu a sobreviver sendo invisível. Mas tudo muda quando os seus caminhos se cruzam. Primeiro, não parece haver grande simpatia entre ambos e até uma troca de palavras parece difícil. Depois, Eleanor começa a espreitar para a banda desenhada que ele vai a ler no autocarro. E, sem dar por isso, a indiferença transforma-se em cumplicidade... e em amizade... e em algo mais. Mas parte da estranheza de Eleanor tem uma explicação sombria. E aproxima-se o tempo em que alguma coisa vai ter de acontecer.
Alternando entre os pontos de vista dos dois protagonistas e escrita com a relativa simplicidade que é de esperar da sua juventude, é na simplicidade com que tudo é contado, das emoções aos dramas familiares, que se encontra o lado mais cativante desta história. Nem tudo é tão simples como parece e há problemas bem evidentes na vida dos protagonistas, mas a percepção de um casal de jovens numa fase em que tudo é muito simples ou muito dramático faz com que tudo - simples ou complexo - seja sempre visto com a máxima clareza possível.
Ora, isto tem vantagens e desvantagens. A desvantagem é essencialmente a de que, sendo essencialmente a história de dois jovens a apaixonar-se, as outras questões passam por vezes para um plano muito secundário, o que faz com que a situação familiar de Eleanor e a forma como tudo se resolve pareçam um pouco repentinas e com algumas pontas soltas. Já a vantagem é que, no mundo real ou na cabeça dos protagonistas, há sempre algo de interessante a acontecer, o que, associado às passagens curtas e à escrita directa, dá à narrativa um ritmo muito envolvente.
Nem sempre é fácil gostar das personagens. Há vários mal entendidos entre os protagonistas e alguns deles não seriam assim tão difíceis de resolver com uma conversa. E quanto aos que os rodeiam, há algumas personagens puramente detestáveis. Mas a verdade é que estes servem o seu propósito. Alguns chegam até a redimir-se. E, quanto aos protagonistas, as imperfeições realçam os pontos bons. E esses vão-se revelando aos poucos, à medida que as próprias personagens se conhecem um pouco melhor a si mesmas.
Fica, nalguns aspectos, a sensação de que mais haveria a dizer. Mas, com o seu ritmo envolvente e a muito interessante mistura de sombra e luz, inocência e experiência, que caracteriza o percurso dos protagonistas, a verdade é que a história cativa desde muito cedo e não deixa de surpreender até ao fim. E isso basta, seguramente, para fazer dela uma boa leitura.

Título: Eleanor & Park
Autora: Rainbow Rowell
Origem: Recebido para crítica

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Os Últimos Sete Meses de Anne Frank (Willy Lindwer)

A história de Anne Frank e do tempo que passou no anexo até ao dia em que os nazis a levaram, juntamente com todos os que lá estavam, é sobejamente conhecida. Mas e depois? O que aconteceu a seguir? É esta a pista que o autor segue neste livro (e no documentário com o mesmo nome). Através dos testemunhos de várias sobreviventes, Willy Lindwer reconstrói os últimos meses da vida de Anne Frank. E, com esses mesmos testemunhos, conta a história de tantas outras que passaram pela mesma provação. Das que sobreviveram... e das que não.
Há algo de intrinsecamente impressionante neste género de livros e que vem, desde logo, do facto de tudo aquilo que relatam ser real. Inimaginável, sim, capaz de nos fazer questionar os limites da maldade humana e do silêncio dos deuses. Mas assustadoramente, terrivelmente real. E isso basta para que valha a pena, mais, para que seja imperioso ler sempre este tipo de livros. Este está longe de ser o único e todas as histórias de sobreviventes têm em si algo de único e de pessoal, independentemente dos inevitáveis pontos em comum. Mas todas importam. Todas. Sempre. E isso basta.
Mas passando às particularidades deste livro, há algo, para além do óbvio, que o torna especialmente interessante: a forma como o autor tenta reconstituir a última fase da vida de Anne Frank, mas, ao mesmo tempo, dá voz a outras histórias de sobrevivência. Ora, isto cria uma totalidade ainda mais interessante. Primeiro, porque dá um fim ao percurso que todos conhecemos do tão famoso diário. E, depois, porque, através das diferentes histórias contadas no livro, e que vão muito para lá dos seus pontos de contacto com o percurso de Anne Frank, se fica com uma ideia mais vasta de toda a brutalidade que teve lugar naqueles campos.
Todos estes testemunhos correspondem a transcrições das entrevistas realizadas para o documentário, o que significa que tudo é contado pela voz das sobreviventes. E também isto impressiona, pois a forma como falam do que viveram, ora distanciando-se para conseguir lidar com isso, ora relatando as coisas com um pormenor aterrador, torna tudo mais claro, mais próximo, mais impressionante. 
Não é uma leitura fácil, não. Nunca poderia sê-lo, tendo em conta o tema e os relatos pessoais que nos apresenta. Mas, por tudo aquilo que transmite de um passado não muito distante, pelas experiências pessoais de uma brutalidade que não deve - não pode - repetir-se, pela imagem impressionante que deixa gravada na memória e por toda a importância que o tema teve e continua a ter, este é um livro que precisa de ser lido. Impressionante, memorável... essencial.

Título: Os Últimos Sete Meses de Anne Frank
Autor: Willy Lindwer
Origem: Recebido para crítica

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Somos o Máximo! (Ana Punset)

Começou um novo ano lectivo e vem cheio de mudanças. Para começar, o oitavo ano traz uma nova directora de turma que, a associar ao seu visual de Morticia Adams, tem também uma atitude um tanto ou quanto intimidante. Além disso, a escola está a organizar umas olimpíadas de Outono, o que significa que as amigas do Clube dos Ténis Vermelhos vão ter de escolher uma modalidade em que competir. Mas todas juntas não chegam para formar uma equipa de vólei e, por isso, precisam de recrutar um novo elemento. E se Clara, a rapariga solitária que decidem convidar, parece, na verdade, ser um ás no vólei, já a sua capacidade de socializar é bastante limitada. Principalmente, tendo ela um motivo oculto para alinhar na equipa...
Sendo este já o quarto volume d'O Clube dos Ténis Vermelhos, não é difícil, para quem leu os anteriores, adivinhar as linhas base da história. Por um lado, as atribulações da vida escolar, com as rivalidades e os desafios que precisam de ser superar. Por outro, as amizades e os primeiros namoros das várias protagonistas. Mas, se a base da história não é nada de muito novo, a forma como a autora a desenvolve nunca deixa de ser cativante. 
Ora, isto deve-se, em grande parte, à forma como o livro está escrito, num registo leve e bastante simples, mas em que as emoções e pensamentos das personagens estão sempre muito presentes. Há momentos de humor, momentos de emoção, situações tensas e aquele toque de mistério que faz com que haja sempre algo de interessante a acontecer. Além disso, a própria estrutura do livro é interessante, com as ilustrações a complementar o texto para formar um todo visualmente apelativo e que dá uma nova vida à história.
Também a história tem muito de interessante. Não, nem tudo é surpreendente - as discussões que parecem ser para sempre, mas em que tudo acaba por resolver, e a sucessão de preparativos para a competição são elementos relativamente previsíveis. Mas a forma como tudo isto é desenvolvido, com todo o drama (e subsequente recuperação) com que se vivem as pequenas tragédias da juventude, nunca deixa de cativar. Além disso, as relações entre as personagens, dentro do Clube e fora dele, proporcionam vários momentos interessantes.
Ficam algumas pontas soltas na fase final, principalmente no que diz respeito à situação de Clara. Mas a verdade é que a série não acaba aqui, por isso, e apesar de ser inevitável uma certa sensação de curiosidade insatisfeita, há ainda muitas possibilidades em aberto para o que se seguirá.
Cativante e divertido, trata-se, portanto, de mais uma leitura leve e agradável, em que os dramas e dilemas do crescimento surgem em toda a sua complexa... normalidade. Mas a vida é mesmo assim e é também essa semelhança que torna tão interessante acompanhar as aventuras deste grupo de amigas. Gostei.

Título: Somos o Máximo!
Autora: Ana Punset
Origem: Recebido para crítica

sábado, 23 de julho de 2016

No Rasto das Medusas (Ali Benjamin)

Desde que a sua melhor amiga morreu afogada que Suzy deixou de falar. Por mais que tente e que procure entre todas as coisas que sabe (e sabe bastantes), não consegue encontrar uma explicação para aquilo que aconteceu e muito menos pode aceitar que a última imagem que guarda da sua amiga seja uma tão triste - e causada por si. Mas tudo muda quando, às escondidas, entra numa exposição de medusas e descobre a temível Irukandji. Então, começa a suspeitar que a morte da sua amiga pode ter uma verdadeira explicação. Decide, por isso, ir à procura de respostas. E se a única pessoa que a pode ajudar for um especialista do outro lado do mundo, então só tem de arranjar uma maneira de viajar até lá.
Vocacionado para um público jovem e centrado, em grande parte, nos dilemas de crescimento, este é um livro que tem como principal ponto forte a forma como retrata a passagem da adolescência e a forma como essas mudanças podem abalar uma amizade. Suzy e Franny eram amigas de infância, mas, com o passar dos anos e o contacto, com pessoas novas, algo mudou. Isto reflecte-se na forma como lidam uma com a outra (isto é, aliás, um dos aspectos fundamentais desta história), mas também nos níveis de socialização escolar. As mudanças na amizade de Franny e Suzy são relevantes, mas também o são os comportamentos dos outros colegas. E a forma como a autora retrata esta realidade, vista pelos olhos da protagonista, mas de forma muito completa, é algo de muito interessante, pois é muito fácil de reconhecer.
Há também uma passagem da inocência a uma percepção mais realista do mundo. A missão de Suzy de encontrar uma explicação, escolhendo especialistas, programando um trabalho capaz de fazer os colegas compreender, pondo a hipótese de atravessar meio mundo sozinha para encontrar essas respostas, é um bom reflexo disso, pois passa do achar que tudo é possível aos muitos obstáculos da realidade. E, além disso, há também as questões da perda e do luto que, vividas por Suzy e, através dela, transmitidas ao leitor, levantam muitas questões relevantes para mentes jovens e não só.
Ora, tudo isto é explorado numa história envolvente e surpreendentemente leve, tendo em conta os temas. Para isso, contribui a escrita relativamente simples, que se ajusta na perfeição à voz da protagonista, mas também os pequenos momentos divertidos que vão surgindo. Justin, em particular, é uma personagem que, apesar de discreta, contribui em muito para reforçar esta leveza.
Ficam algumas perguntas sem resposta. Sobre Jamie, sobre o ponto de vista de Franny sobre o que aconteceu entre ela e Suzy, sobre o que poderia ter acontecido. Mas, se é verdade que estas questões em aberto deixam uma certa curiosidade insatisfeita, também o é que fazem todo o sentido. Na vida, nunca temos todas as respostas. E o que poderia ter sido... bem, nunca se sabe ao certo, pois não?
Há, pois, em tudo isto algo de belo, algo de terno e de revelador. E, ao acompanhar a viagem de Suzy através do seu próprio percurso de crescimento, vemos o mundo por olhos mais inocentes... e crescemos um pouco mais, também. É isso, então, o que fica dessa história. E basta para que valha a pena lê-la.

Título: No Rasto das Medusas
Autora: Ali Benjamin
Origem: Recebido para crítica

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Cinzas de um Novo Mundo (Rafael Loureiro)

Ano 2111. O mundo tornou-se negro, fruto dos conflitos dos homens e de uma evolução tecnológica que, em vez de melhorias, trouxe um mar de poluição e uma estratificação social em que poucos - muito poucos - mantêm um mínimo de dignidade. Mas há mudanças prestes a ocorrer e o seu protagonista (ainda que, talvez, involuntário) está pronto. Filipe, agente de uma força policial cujo objectivo é combater a droga que mantém vivos os Tecnal, híbridos forçados de humanos e máquinas, começa a questionar a justiça do sistema de que faz parte. A verdade é que tem muito pouco a perder e a forma como vê o mundo que o rodeia dificilmente poderia ser mais negra. E, quando o seu caminho se cruza com um Tecnal capaz de lhe dar respostas que ele não tem, o ponto de não retorno torna-se cada vez mais próximo. Terá de escolher entre continuar a fazer perguntas perigosas ou viver tranquilamente o tempo que lhe resta. Mas há olhos e esperanças postos nele - alguns deles mais antigos do que qualquer humano normal.
Deixem-me pôr as coisas da maneira mais simples possível: há muito, mesmo muito, de bom para descobrir neste livro. O cenário, o contexto, as importantíssimas questões que evoca. A força das personagens, as emoções, a forma como descobrem aquilo que realmente importa. A escrita, que abre uma imensa porta para dentro da cabeça das personagens centrais. E um regresso a um mundo... diferente... mas familiar quanto baste para quem leu a trilogia Nocturnus.
E, com tudo isto tão presente, por onde devo começar? Ah, sim. Por Filipe, claro. É que há algo de incrivelmente fascinante num protagonista que, endurecido pela profissão e pelo mundo em que vive, revela desde muito cedo ter o coração no sítio certo (ainda que esteja disposto a tudo para impedir que alguém descubra). Enquanto protagonista, Filipe é uma figura interessantíssima. Tem valores, mas também vulnerabilidades. É carismático, mas tão falível como qualquer outro na sua posição. Sabe o que está certo, mas duvida face ao peso da multidão. É humano, portanto, em toda a sua complexidade. E isso torna-o fascinante.
Mas Filipe não é a única personagem carismática nesta história. Se é certo que se pode considerar ser ele o protagonista, há outras figuras igualmente relevantes - e interessantes - a surgir ao longo do enredo. Destas, destacam-se, claro, Tauro e Helena, não só pelo papel que desempenham, mas principalmente pela mesma caracterização intensa e profundamente humana com que são apresentados. Helena, que, sob a imagem da assassina contratada, esconde uma história tão complexa como a sua capacidade de amar. E Tauro, o Tecnal sorridente, mas secretamente atormentado pelas memórias que não tem.
Destas três figuras centrais, e de várias outras igualmente cativantes, surge uma história que nunca deixa de surpreender, seja pelas descobertas que vão pautando o percurso de Filipe, seja pelo impacto dessas revelações no contexto global, seja ainda pela intensidade emocional que se pode encontrar tanto nos grandes momentos como nas pequenas coisas. Há momentos de tensão, de mistério, laivos de humor e episódios de partir o coração. E uma intensidade tão pura, tão marcante, tão bem construída, que as dúvidas e os dilemas das personagens perante o mundo em que se movem facilmente se transportam para a mente de quem as segue.
Mas falemos ainda de escrita e da forma como um pensamento especialmente certeiro ou a maneira de descrever um simples gesto transmitem toda a emoção de um momento. É fácil, absurdamente fácil, entrar na cabeça das personagens, principalmente de Filipe. E isto porque o autor dá uma tal força aos seus pensamentos que é apenas natural encontrar os pontos comuns, entrar na pele de um homem em movimento num mundo quase destruído... e reconhecer-lhe o valor quando ele encontra a escolha certa no momento em que tem tão pouco a perder.
Intenso, intrigante, misterioso. E emotivo, para além de tudo o que esperava. É, pois, esta a imagem que fica destas Cinzas de um Novo Mundo: a de uma viagem a um futuro tenebroso, mas onde sempre, e apesar de tudo, ainda há heróis. Brilhante.

Autor: Rafael Loureiro
Origem: Recebido para crítica

Para mais informações sobre o livro Cinzas de um Novo Mundo, clique aqui.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Divulgação: Novidade Casa das Letras

Os Tambores de Outono tem início na Escócia, num ancestral círculo de pedras de Craig na Dun. Ali, uma porta abre-se para um grupo restrito, podendo levá-los para o passado – ou para a sepultura. Claire Randall sobreviveu à passagem, não uma mas duas vezes.
A sua primeira viagem no tempo levou-a para os braços de Jamie Fraser, um bravo guerreiro escocês do século xviii que tinha por ela um amor que se tornou lenda – um conto trágico de paixão que teve o seu fim quando Claire voltou ao presente carregando no ventre uma filha dele. A sua segunda viagem, duas décadas depois, voltou a uni-los na América colonial.
Mas Claire deixou alguém para trás no século XX… a sua filha Brianna. Agora Brianna faz uma perturbadora descoberta que volta a levá-la para o círculo de pedras e para um aterrador salto para o desconhecido. Na busca da mãe e do pai que nunca conheceu, arrisca o seu próprio futuro ao tentar mudar a história… para salvar as suas vidas. Mas quando Brianna mergulha no desconhecido, um encontro inesperado pode amarrá-la para sempre no passado… ou levá-la para o lugar onde deveria estar, onde pertence o seu coração…

Diana Gabaldon é uma escritora americana de ascendência mexicana e inglesa. Licenciada em Zoologia, mestre em Biologia Marinha e doutorada em Ecologia, foi professora universitária durante 12 anos, mas acabou por ser a escrita a conquistá-la. Gabaldon vive em Scottsdale, Arizona, com a família e dedica-se exclusivamente a escrever a sua série de sucesso Outlander, publicada em 26 países e 23 línguas.
A série está a ser adaptada à televisão por Ronald D. Moore e encontra-se em exibição, no nosso país, no canal TV Series.