terça-feira, 19 de março de 2013

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Em Tempo para Falar, Helen Lewis descreve a escala de horrores e misericordiosa sequência de acasos que, contra todas as expectativas, lhe permitiram vir viver para Belfast, na Irlanda do Norte, em 1974. 
Durante muitos anos foi uma conhecida coreógrafa e professora de bailado naquela cidade e fundou o Belfast Modern Dance Group, no início da década de 60. 
Neste livro, Helen Lewis traça um mapa do Inferno, mas a sua voz não se altera, o seu estilo permanece simples, numa forma modesta de se exprimir que esconde a angústia da recordação. 
Dar o testemunho, como Helen faz, do que há de mais baixo e degradante na experiência humana, é um acto de heroísmo.

Helen Lewis nasceu em 1916 em Trutnov, na Checoslováquia. Terminado o secundário, candidatou-se com êxito à Escola de Dança Milca Mayerovà, de Praga. Enquanto estudava começou também o curso de filosofia na Universidade Alemã. Casou em 1938, e em 1942 foi deportada, com o marido, Paul, para o campo de concentração de Terezín. 
Em Maio de 1944 foi transferida para Auschwitz, onde a separaram do marido. Depois da libertação, regressou a Praga e foi lá que soube que ele não sobrevivera. Em 1947, casou-se com Harry Lewis, um velho amigo que havia fugido para Belfast antes da eclosão da guerra. Depois do nascimento dos dois filhos, Helen voltou a envolver-se no mundo da dança, em trabalhos de coreografia para teatro e ópera. 
Os seus ensinamentos levaram à fundação do Belfast Modern Dance Group, pioneiro da dança moderna na Irlanda do Norte. 


Uma Mochila para o Universo pretende ser um manual para aprender a lidar com as emoções humanas, uma pequena chave que potencia a nossa capacidade para o optimismo inteligente e criativo.
Escrito numa linguagem clara e simples, aprendemos porque é que é preferível ter um amigo feliz a um bilhete de lotaria premiado, quais são as etapas por onde passa o amor, ou quais as técnicas que nos libertam do stress. 
Também encontramos conselhos e truques para pôr em prática todos os novos conhecimentos sobre nós mesmos e sobre os que nos rodeiam: como chamar um pensamento positivo do passado para começar o dia com o pé direito, qual a melhor maneira de falar em público, como controlar a raiva ou quais as chaves para causar boa impressão logo no primeiro encontro. 

Elsa Punset é licenciada em Filosofia e mestre em Humanidades, pela Universidade de Oxford. 
É ainda mestre em Jornalismo, pela Universidade Autónoma de Madrid e em Educação de Ensino Secundário, pela Universidade Camilo José Cela (UCJC). 
Colabora com regularidade em diversos meios de comunicação, participa em conferências e dirige o Laboratorio de Aprendizaje Social y Emocional, na Universidade Camilo José Cela, onde se dedica ao estudo da aplicação da inteligência emocional nos processos de tomada de decisões e aprendizagem, em crianças e adultos. 
Os seus livros Bússola para Navegantes Emocionais e Inocência Radical consagram-na como autora de êxito e as suas intervenções na RNE (Rádio Nacional de Espanha) e na televisão, no programa El Hormiguero, confirmam, com a grande audiência, o impacte das suas mensagens. 


Rhine e Gabriel fugiram da mansão, mas o perigo nunca ficou para trás. 
Para Rhine de dezassete anos, a arriscada fuga do casamento polígamo parece ser o princípio do fim. A evasão leva Rhine e Gabriel a uma armadilha sob a forma de uma feira popular, cuja dona mantém várias raparigas prisioneiras, Rhine acaba de fugir de uma prisão dourada para se meter noutra ainda pior. 
A jovem acaba por percorrer um cenário tão sombrio como o que deixou há um ano – que reflecte os seus sentimentos de medo, desespero e desesperança. Com Gabriel a seu lado está decidida a chegar a Manhattan para se encontrarem com Rowan, o irmão gémeo, mas a viagem é longa e perigosa e o que Rhine espera que seja uma segurança relativa revelar-se-á muito diferente. 
Num mundo onde as raparigas só vivem até aos vinte anos e os rapazes até aos vinte e cinco, o tempo é precioso e Rhine não tem como escapar nem iludir o excêntrico sogro Vaughn, que está determinado a levá-la de novo para a mansão... a todo o custo. 

Lauren DeStefano licenciou-se em Letras e especializou-se em escrita criativa no Albertus Magnus College, em Connecticut. 
Raptada é o seu primeiro livro. 
Lauren DeStephano alcançou os primeiros lugares no top do New York Times, confirmando-se como um novo talento na ficção distrópica, tendo o segundo livro desta série entrado directamente para o primeiro lugar. 


Geórgia, 1177. Durante vinte anos o rei Giorgi defendeu o trono do seu frágil reino contra todos os invasores. 
Agora, às portas da morte, o soberano enfrenta uma nova ameaça: não tem um filho que lhe suceda, apenas uma filha, Tamara, uma rapariga esperta, indómita e corajosa. 
Quando uma revolta ameaça a vida de Tamara, é enviada para as montanhas disfarçada de rapaz, até que uma traição devastadora a coloca nas mãos dos inimigos. 
A sua fuga corajosa convence Giorgi de que deve ser a sucessora, mas os nobres sentem-se ultrajados, pois nunca foram governados por uma mulher. 
Enquanto o pai vive, Tamara está protegida das forças hostis que a rodeiam, mas quando morre fica sozinha e tem de arranjar forças para controlar as facções que se defrontam na corte e atingir não só o respeito dos amigos como o medo dos inimigos. 
Para conquistar os objectivos tem de casar com um homem que os mais velhos aprovem. 
Porém, o seu coração pertence a um temerário rapaz das montanhas, um pobre partido para uma rainha. 
Com a rebelião a fermentar nas suas terras e os inimigos a assolarem-lhe as fronteiras, Tamara tem de escolher entre o homem que ama e o país que adora... 

Estudou Literatura Clássica em Cambridge e passou um ano a velejar entre a Inglaterra e o Alasca. Após algumas reviravoltas tornou-se jornalista. O seu último trabalho foi para a Reuters, em Moscovo, depois voltou a Londres para se licenciar em Política Russa Pós-União Soviética. 
Meg descobre Tamara ao escrever um artigo sobre a Geórgia e decide escrever um livro em vez de tentar arranjar outro emprego. 
Volta a visitar a Rússia várias vezes e, mais recentemente, em lua-demel. Meg gosta de montanhas, barcos, línguas e histórias de aventuras. 



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